Nossa Historia

Lua Branca • Desde 2023

Nossa História

Uma história que começou com uma ideia simples, passou pelas mãos de pai e filha, atravessou perdas, mudanças, aprendizado e reconstrução até encontrar uma identidade própria. A Lua Branca nasceu do trabalho artesanal, da espiritualidade e da vontade de criar instrumentos que carregassem mais do que forma: carregassem significado.

2023 • Fundação Pai & Filha Madeira Torneada Santo Daime Artesanato
Antes da Lua Branca

Toda história começa antes mesmo de receber um nome.

Em 2023, Gabriela Vagula decidiu seguir um novo caminho e aprofundar sua atuação no universo dos instrumentos musicais.

Antes disso, ela conduzia a Muladhara Store, uma loja voltada ao universo esotérico. Curiosamente, os maracás ligados ao Santo Daime já começavam a ocupar um espaço importante entre os produtos da loja.

Aos poucos, aquilo que inicialmente era apenas parte de um catálogo começou a apontar para um novo caminho.

A construção da Lua Branca

Uma jornada contada por capítulos.

Cada fase trouxe uma transformação. Algumas nasceram de escolhas. Outras vieram através das circunstâncias da vida. Todas deixaram algo na identidade que a Lua Branca possui hoje.

2023 • A ideia

Uma conversa que mudou o rumo do projeto

A inspiração para desenvolver uma produção própria de maracás ganhou força depois de uma conversa com Padrinho Ícaro Asseituno.

Foi dele a sugestão de adquirir um torno de madeira e começar a produzir os próprios instrumentos.

Uma ideia aparentemente simples abriu espaço para algo muito maior: a possibilidade de transformar conhecimento manual, madeira, criatividade e espiritualidade em um projeto próprio.

2023 • Pai e filha

Gabriela convida Marcos para construir esse caminho

Para colocar a ideia em prática, Gabriela convidou seu pai, Marcos Orlando Pereira dos Santos , para iniciar o projeto ao seu lado.

Marcos possuía experiência com trabalhos manuais, construção, madeira e criação de peças. Gabriela trazia a visão, a iniciativa e a vontade de desenvolver um instrumento próprio.

Dessa união, começou a nascer uma produção construída literalmente pelas mãos de pai e filha.

Primeira identidade

Vagula’s Madeira Torneada

O primeiro nome adotado para representar a nova fase foi Vagula’s Madeira Torneada.

A primeira fábrica foi estabelecida em Araçoiaba da Serra, São Paulo , em um ambiente próximo à natureza e ligado à própria história de Marcos e Gabriela.

Era o início de uma produção ainda pequena, mas com uma característica que se tornaria essencial: desenvolver cada parte do instrumento com identidade própria.

Desenvolvimento

O nascimento do cabo que se tornou parte da marca

Nos primeiros meses, pai e filha trabalharam no desenvolvimento de um modelo próprio de cabo.

O formato anatômico passou a diferenciar os instrumentos e se tornou uma característica reconhecível da produção.

Mais do que uma escolha estética, o cabo tornou-se uma parte importante da história técnica e artesanal da futura Lua Branca.

Primeiros resultados

Os maracás começam a ultrapassar fronteiras

Mesmo nos primeiros meses, a produção começou a alcançar pessoas fora da região onde nasceu.

Os instrumentos passaram a chegar a diferentes estados brasileiros, e as primeiras vendas internacionais também começaram a acontecer.

Aquilo que havia começado em uma pequena estrutura familiar começava a percorrer distâncias muito maiores.

01

A visão de Gabriela

Gabriela trouxe para o projeto sua experiência com comunicação, empreendedorismo, espiritualidade e a vontade de construir algo que unisse instrumento e propósito. Foi sua decisão que transformou uma ideia inicial em um projeto real.

02

As mãos de Marcos

Marcos trouxe sua experiência prática, sua relação com a madeira e sua capacidade de transformar matéria-prima em peças funcionais. Sua contribuição ficou gravada nas raízes da produção e especialmente no desenvolvimento artesanal dos instrumentos.

Um capítulo que mudou tudo

A partida de Marcos e a decisão de continuar.

Pouco tempo depois do início dessa construção, Marcos Orlando veio a falecer.

A perda transformou profundamente o caminho do projeto. Gabriela passou a assumir sozinha a continuidade de uma produção que havia começado ao lado do pai.

A fábrica passou então a se estabelecer em Sorocaba, São Paulo, enquanto a história, o conhecimento e o legado de Marcos continuaram presentes em cada novo passo.

Seguir com o projeto deixou de significar apenas manter uma produção. Passou também a representar continuidade, memória e respeito àquilo que havia sido construído em conjunto.

Uma nova identidade

Nasce o nome Lua Branca.

Com o amadurecimento do projeto, surgiu a necessidade de construir uma identidade que representasse melhor o caminho que estava sendo formado.

Assim nasceu o nome Lua Branca — Maraca de Santo Daime .

A inspiração veio da Virgem da Conceição, associada à imagem da Lua Branca, e também do primeiro hino do Mestre Irineu presente no hinário O Cruzeiro.

O novo nome passou a representar não apenas um produto, mas uma proposta: unir conhecimento artesanal, história, tradição e aprofundamento espiritual.

Mais que produção

O maracá como instrumento, estudo e presença.

Com a nova identidade, a Lua Branca passou a buscar algo além da produção artesanal.

A proposta passou a incluir também conteúdos e estudos relacionados à doutrina do Santo Daime, aos hinos, à história e aos ensinamentos ligados à tradição.

O objetivo era criar um estudo fino e espiritual, permitindo que o instrumento fosse apresentado não apenas como um objeto, mas dentro do contexto e do significado que o cercam.

BR
Brasil Maracás enviados para diferentes estados.
INT
Outros países A produção começou a atravessar fronteiras.
ART
Produção artesanal Crescimento sem abandonar o trabalho manual.
2025 • Um novo capítulo

Carlos Pacheco passa a integrar a Lua Branca.

Em 2025, Carlos Pacheco passou a fazer parte do projeto.

Sua experiência com design, comunicação, marketing, música e sua própria caminhada espiritual começaram a ser integradas ao desenvolvimento da marca.

A Lua Branca passou então a reunir novas frentes: produção artesanal, comunicação, identidade visual, conteúdos, presença digital e desenvolvimento de projetos personalizados.

O projeto continuou crescendo, mas preservando algo essencial: a história que nasceu das mãos de Gabriela e Marcos.

01
Artesanato Cada instrumento nasce de um processo manual.
02
História Cada etapa do projeto deixou uma marca.
03
Espiritualidade A tradição faz parte da identidade do trabalho.
04
Continuidade Evoluir sem esquecer de onde tudo começou.
"A Lua Branca não nasceu pronta. Ela foi construída através de encontros, trabalho, perdas, fé, aprendizado e continuidade. Cada maracá que sai de nossas mãos carrega um pouco dessa história.
Lua Branca Maraca de Santo Daime

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Lua Branca Maraca de Santo Daime

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